Button comentou sua transferência após sete anos nas equipes de Brackley. "É sempre uma decisão difícil largar uma equipe quando você esteve lá por tanto tempo. Mas a vida é feita de desafios — e, sobretudo, de se desafiar. Então, embora eu tenha conquistado o título com a Brawn neste ano — e nunca vou esquecer isso —, sempre fui inflexível quanto a continuar a me proporcionar novos desafios", disse.
Dedo no olhos deles.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
"E não é que elas cairam mesmo?".
Um tiozinho de Taiwan conseguiu enganar e levar para cama mais de 20 mulheres, dizendo ter uma doença raríssima e pouco conhecida nos anais da medicina.
Hsu Shian-Ming fez um perfil em um site de relacionamentos e usou fotos de um jovem, bonitão, para passar cantada na mulherada.
Assim que elas caíam no golpe da foto falsa e davam o telefone, vinha a segunda parte de seu plano. Ele ligava para as mulheres e, no papel do filho gostosão, dizia que seu pai sofria de uma doença rara e que precisava de sexo constante para se manter vivo.
O pai, evidentemente, era ele mesmo, que marcava seus encontros em hotéis de Taipei.
A palhaçada veio por água abaixo assim que uma das suas vítimas começou a achar estranho o fato de nunca conseguir ver o tal do filho.
Dedo no olhos delas.
Hsu Shian-Ming fez um perfil em um site de relacionamentos e usou fotos de um jovem, bonitão, para passar cantada na mulherada.
Assim que elas caíam no golpe da foto falsa e davam o telefone, vinha a segunda parte de seu plano. Ele ligava para as mulheres e, no papel do filho gostosão, dizia que seu pai sofria de uma doença rara e que precisava de sexo constante para se manter vivo.
O pai, evidentemente, era ele mesmo, que marcava seus encontros em hotéis de Taipei.
A palhaçada veio por água abaixo assim que uma das suas vítimas começou a achar estranho o fato de nunca conseguir ver o tal do filho.
Dedo no olhos delas.
Caetano Veloso e a perfeita imbecilidade ególatra
Por Mauro Carrara.
Disse o baiano ao jornalão dos Mesquitas, declarando seu voto em Marina Silva:
- Ela é meio preta, é cabocla, é inteligente como o Obama, não é analfabeta como o Lula, que não sabe falar, é cafona falando, grosseiro. Ela fala bem.
A declaração é reveladora. Serve bem a desmascarar esse Caetano ególatra, subproduto pós-moderno de si mesmo, tolo que substituiu o poeta sem lenço e sem documento.
O atual Caetano, aliás, converteu-se numa espécie de Gabeira sem carreira parlamentar.
Folga em construir frases de efeito (?) que ecoem o pensamento da malta conservadora.
No caso do compositor baiano, não há acanhamento na rotina de visitas à casa grande. Pede-se a "bença" ao coronel, como se isso fosse "bonitinho", supimpa.
Caetano se julga o gênio da raça, o supra-sumo da cultura mestiça brasileira, o sol da Tropicália, o sabe-tudo que, de tão sabedor, pode desprezar os incultos da pátria. Blasé por desejo divino e necessidade.
O poeta se julga mais poeta porque inventa coisas enigmáticas que o povo não compreende. Acredita, desde sempre, que se distinguiu dos mortais da arte ao reproduzir os voos concretistas dos irmãos Campos e de Décio Pignatari.
Qual seria, então, o conceito caetanista de analfabetismo? E o que seria "saber falar"? Para quem cagou montes para a regra, o vetusto Caetano agora se arroga protetor da norma culta.
Metido com os descolados gurus da Semiótica, tão afeitos à subversão das formalidades da língua, Caetano vai terminando a vida como um ortodoxo, rabugento e tolo capataz copista.
Talvez o que incomode Caetano seja justamente a inteligência de Lula, sem verniz, sem laços, fitas e rimas forçadas. O pernambucano comunica-se, transmite a mensagem e, mais que isso, faz de sua locução uma poderosa arma de transformação. Lula, para completar, é autêntico e "faz acontecer".
Ora, isso causa muita inveja nessa turma dos pedidores de "bença", tantos deles enfiados na boa Bahia, uns rebolando em cima de trios elétricos pagos pela Philips, outros servindo de escribas para a família Marinho.
Ironicamente, o Caetano envelhecido, cruzado da gramática, também levaria puxões de orelha dos Pasquales da vida. Pontua mal, embanana-se em conjugações e, não raro, confunde-se nas regências.
Por fim, talvez "cafona" seja a palavra mais "cafona" da língua. Perceba-se: somente cafonas e afetados a utilizam.
E a que será que se destina, a cajuína?
No caso de Caetano, fazer papel de imbecil ególatra. Esta, pois, virou a sua sina.
Disse o baiano ao jornalão dos Mesquitas, declarando seu voto em Marina Silva:
- Ela é meio preta, é cabocla, é inteligente como o Obama, não é analfabeta como o Lula, que não sabe falar, é cafona falando, grosseiro. Ela fala bem.
A declaração é reveladora. Serve bem a desmascarar esse Caetano ególatra, subproduto pós-moderno de si mesmo, tolo que substituiu o poeta sem lenço e sem documento.
O atual Caetano, aliás, converteu-se numa espécie de Gabeira sem carreira parlamentar.
Folga em construir frases de efeito (?) que ecoem o pensamento da malta conservadora.
No caso do compositor baiano, não há acanhamento na rotina de visitas à casa grande. Pede-se a "bença" ao coronel, como se isso fosse "bonitinho", supimpa.
Caetano se julga o gênio da raça, o supra-sumo da cultura mestiça brasileira, o sol da Tropicália, o sabe-tudo que, de tão sabedor, pode desprezar os incultos da pátria. Blasé por desejo divino e necessidade.
O poeta se julga mais poeta porque inventa coisas enigmáticas que o povo não compreende. Acredita, desde sempre, que se distinguiu dos mortais da arte ao reproduzir os voos concretistas dos irmãos Campos e de Décio Pignatari.
Qual seria, então, o conceito caetanista de analfabetismo? E o que seria "saber falar"? Para quem cagou montes para a regra, o vetusto Caetano agora se arroga protetor da norma culta.
Metido com os descolados gurus da Semiótica, tão afeitos à subversão das formalidades da língua, Caetano vai terminando a vida como um ortodoxo, rabugento e tolo capataz copista.
Talvez o que incomode Caetano seja justamente a inteligência de Lula, sem verniz, sem laços, fitas e rimas forçadas. O pernambucano comunica-se, transmite a mensagem e, mais que isso, faz de sua locução uma poderosa arma de transformação. Lula, para completar, é autêntico e "faz acontecer".
Ora, isso causa muita inveja nessa turma dos pedidores de "bença", tantos deles enfiados na boa Bahia, uns rebolando em cima de trios elétricos pagos pela Philips, outros servindo de escribas para a família Marinho.
Ironicamente, o Caetano envelhecido, cruzado da gramática, também levaria puxões de orelha dos Pasquales da vida. Pontua mal, embanana-se em conjugações e, não raro, confunde-se nas regências.
Por fim, talvez "cafona" seja a palavra mais "cafona" da língua. Perceba-se: somente cafonas e afetados a utilizam.
E a que será que se destina, a cajuína?
No caso de Caetano, fazer papel de imbecil ególatra. Esta, pois, virou a sua sina.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
VEJAM O ABSURDO DAS IMPRESSORAS
Você sabe o que custa quase R$ 13.575,00 o litro ?
Resposta: TINTA DE IMPRESSORA!
VOCÊ JÁ TINHA FEITO O CÁLCULO?
Veja o que estão fazendo conosco.
Já nos acostumamos aos roubos e furtos, e ninguém reclama mais.
Há não muito tempo atrás, as impressoras eram caras e barulhentas. Com as impressoras a jatos de tinta, as impressoras matriciais domésticas foram descartadas, pois todos foram seduzidos pela qualidade, velocidade e facilidade das novas impressoras.
Aí, veio a "Grande Sacada" dos fabricantes:
Oferecer impressoras cada vez mais e mais baratas, e cartuchos cada vez mais e mais caros. Nos casos dos modelos mais baratos, o conjunto de cartuchos pode custar mais do que a própria impressora.
Olhe só o cúmulo: Pode acontecer de compensar mais trocar a impressora do que fazer a reposição de cartuchos.
VEJA ESTE EXEMPLO:
Uma HP DJ-3845 é vendida, nas principais lojas, por aproximadamente R$ 170,00..
A reposição dos dois cartuchos (10 ml o preto e 8 ml o colorido), fica em torno de R$ 130,00.
Daí, você vende a sua impressora semi-nova, sem os cartuchos, por uns R$ 90,00 (para vender rápido).
Junta mais R$ 80,00, e compra uma nova impressora e com cartuchos originais de fábrica.
Os fabricantes fingem que nem é com eles; dizem que é caro por ser "tecnologia de ponta".
Da Ponta do Lápis, calculando o "Extremo Lucro".
Para piorar, de uns tempos para cá passaram a DIMINUIR a quantidade de tinta (mantendo o preço). Um cartucho HP, com míseros 10 ml de tinta, custa R$ 55,99.
Isso dá R$ 5,59 por mililitro.
Só para comparação, a Champagne Veuve Clicquot City Travelle custa, por mililitro, R$ 1,29.
Só acrescentando:
As impressoras HP 1410, HP J-3680 e HP-3920, que usam os cartuchos HP 21 e 22, estão vindo somente com 5 ml de tinta!
A Lexmark vende um cartucho para a linha de impressoras X, o cartucho 26, com 5,5 ml de tinta colorida, por R$ 75,00.
Fazendo as contas: 1.000 ml / 5.5ml = 181 cartuchos @ R$ 75,00/cartucho = R$ 13.575,00.
Veja só:
R$ 13.575,00, por um litro de tinta colorida !!!
Com este valor, podemos comprar, aproximadamente:
- 300 grs. de OURO;
- 3 TVs de Plasma de 42';
- 1 UNO Mille 2003;
- 45 impressoras que utilizam este cartucho;
- 4 notebooks;
- 8 Micros Intel com 256 MB.
Ou seja, um assalto!
Está indignado? Então, dedo nos olhos deles.
Resposta: TINTA DE IMPRESSORA!
VOCÊ JÁ TINHA FEITO O CÁLCULO?
Veja o que estão fazendo conosco.
Já nos acostumamos aos roubos e furtos, e ninguém reclama mais.
Há não muito tempo atrás, as impressoras eram caras e barulhentas. Com as impressoras a jatos de tinta, as impressoras matriciais domésticas foram descartadas, pois todos foram seduzidos pela qualidade, velocidade e facilidade das novas impressoras.
Aí, veio a "Grande Sacada" dos fabricantes:
Oferecer impressoras cada vez mais e mais baratas, e cartuchos cada vez mais e mais caros. Nos casos dos modelos mais baratos, o conjunto de cartuchos pode custar mais do que a própria impressora.
Olhe só o cúmulo: Pode acontecer de compensar mais trocar a impressora do que fazer a reposição de cartuchos.
VEJA ESTE EXEMPLO:
Uma HP DJ-3845 é vendida, nas principais lojas, por aproximadamente R$ 170,00..
A reposição dos dois cartuchos (10 ml o preto e 8 ml o colorido), fica em torno de R$ 130,00.
Daí, você vende a sua impressora semi-nova, sem os cartuchos, por uns R$ 90,00 (para vender rápido).
Junta mais R$ 80,00, e compra uma nova impressora e com cartuchos originais de fábrica.
Os fabricantes fingem que nem é com eles; dizem que é caro por ser "tecnologia de ponta".
Da Ponta do Lápis, calculando o "Extremo Lucro".
Para piorar, de uns tempos para cá passaram a DIMINUIR a quantidade de tinta (mantendo o preço). Um cartucho HP, com míseros 10 ml de tinta, custa R$ 55,99.
Isso dá R$ 5,59 por mililitro.
Só para comparação, a Champagne Veuve Clicquot City Travelle custa, por mililitro, R$ 1,29.
Só acrescentando:
As impressoras HP 1410, HP J-3680 e HP-3920, que usam os cartuchos HP 21 e 22, estão vindo somente com 5 ml de tinta!
A Lexmark vende um cartucho para a linha de impressoras X, o cartucho 26, com 5,5 ml de tinta colorida, por R$ 75,00.
Fazendo as contas: 1.000 ml / 5.5ml = 181 cartuchos @ R$ 75,00/cartucho = R$ 13.575,00.
Veja só:
R$ 13.575,00, por um litro de tinta colorida !!!
Com este valor, podemos comprar, aproximadamente:
- 300 grs. de OURO;
- 3 TVs de Plasma de 42';
- 1 UNO Mille 2003;
- 45 impressoras que utilizam este cartucho;
- 4 notebooks;
- 8 Micros Intel com 256 MB.
Ou seja, um assalto!
Está indignado? Então, dedo nos olhos deles.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Afinal, o que é amar alguém? Existe alma gêmea?
por Carlos Hilsdorf
O amor é um dos maiores temas de todas as épocas, sobre ele muito se escreveu e se escreverá. As abordagens vão desde o romantismo adolescente e apaixonado, passam pela cumplicidade madura dos casais mais experientes e, não raro, pelo divã dos psicanalistas.
Palavras e conceitos são bem diferentes. A maioria das nossas confusões afetivas parte da nossa incompreensão e da nossa inexatidão com respeito aos conceitos.
"Um bom indicador da veracidade de nosso amor por alguém é o quanto ele nos transforma, o quanto cedemos, vencendo o nosso egoísmo e narcisismo e evoluindo para vivê-lo intensamente" Afinal o que é o amor? Como é o amor? Existe realmente uma única definição para um tema tão complexo ou estamos reféns do relativismo? E, então, haverá tantas definições de amor quantas pessoas neste planeta?
Longe de desenvolver complicadas teses filosóficas a este respeito, sejamos práticos, vamos primeiro definir o objeto do nosso amor: ele está centrado em nós, no outro, ou em um tipo especial de relação entre nós e o outro?
Será que encontrei, de fato, o amor de minha vida?
Todos os dias você encontrará pessoas reclamando que não encontraram o grande amor de suas vidas. Não encontraram? Não procuraram? Não sabiam o que estavam procurando? Encontraram e não reconheceram? Encontraram e não souberam valorizar?
Na vida, você não encontra o que procura, apenas o que está preparado para encontrar.
Muitas pessoas se queixam da ausência do par ideal, mas não percebem que estão vivendo a ilusão da busca da sua outra metade e que, por consequência, se sentem divididos ao meio, seres incompletos em busca de alguém que os complete.
Buscar a outra metade significa delegar para outra pessoa a difícil missão de te fazer feliz e de suprir faltas que sua personalidade apresenta e que só podem ser supridas por você.
Seres humanos sempre serão “metades” diferentes que juntas não formarão uma unidade, mesmo nos casos de amor mais lindos e perfeitos que você conheça.
Quando duas pessoas “inteiras” se encontram podem ser felizes, já duas metades...
Vale o conselho em tom de ironia e brincadeira: “Se você quer ser feliz, não case; mas se quiser fazer alguém feliz, então case, pois duas pessoas com esta filosofia contribuirão uma com a felicidade da outra”.
União, expansão e crescimento
O desejo de união amorosa é mais lúcido se for um desejo de expansão e crescimento, de compartilhar universos diferentes em alguns aspectos, semelhantes em outros, mas onde a busca pela semelhança total ou a convivência com diferença plena seriam tolices.
Ninguém é responsável pela nossa felicidade e nem nós pela de ninguém, mas somos todos co-responsáveis por participar na construção da felicidade uns dos outros.
Entregar a outra pessoa “o fardo” de fazer você feliz é eximir-se da responsabilidade sobre suas próprias emoções, sentimentos e escolhas e assumir o confortável papel de vítima. Afinal, se não der certo, a culpa é do outro que falhou em te fazer feliz.
Esse comportamento de fazer com que o outro se responsabilize por nossa felicidade caracteriza egoísmo, vaidade e narcisismo, pois parte do pressuposto que nós somos muito importantes, a tal ponto que o outro tenha a “obrigação” de nos fazer feliz. A pergunta é: Isso é amor pelo outro ou apenas por si mesmo?
Os dois casos mais frequentes nos relacionamentos amorosos são sempre os das pessoas que se apaixonam pelo “espelho” (alguém extremamente parecido com ela) e o daqueles que se apaixonam pelo seu oposto - alguém totalmente diferente dela.
No primeiro caso a pessoa não se dá conta que está procurando a confortável, porém, tola posição de não ter que aprender ou se adaptar a nada, afinal vive com uma cópia de si mesmo, seja real ou submissa.
No segundo caso, não se dá conta que está procurando alguém que compense as áreas não trabalhadas da sua personalidade e das suas competências sociais, transferindo ao outro tudo aquilo que tem dificuldade em fazer. Em ambos os casos, observamos um nítido egoísmo de face facilmente reconhecível: o narcisismo.
Como eternizou Caetano, “narciso acha feio o que não é espelho”.
Sejam quais forem os caminhos escolhidos para falar do amor (paixão é outro tema) perceberemos que amor é legitimamente um sentimento que parte de nós em direção ao outro e não algo que esperamos parta do outro em relação a nós.
O desejo de amor está ligado ao desejo de expansão, à presença simultânea das semelhanças e diferenças. O sentimento de amor mais legítimo que podemos conceber parte sempre de uma doação sem necessidade de submissão; de tolerância sem necessidade de omissão; de compartilhar sem necessidade de auto-abandono. Amar é somar, multiplicar e dividir, nunca subtrair.
Amar continua sendo a maior aventura e o maior desafio da espécie humana!
Por isso, um bom indicador da veracidade de nosso amor por alguém é o quanto ele nos transforma, o quanto cedemos, vencendo o nosso egoísmo e narcisismo e evoluindo para vivê-lo intensamente.
O amor é um dos maiores temas de todas as épocas, sobre ele muito se escreveu e se escreverá. As abordagens vão desde o romantismo adolescente e apaixonado, passam pela cumplicidade madura dos casais mais experientes e, não raro, pelo divã dos psicanalistas.
Palavras e conceitos são bem diferentes. A maioria das nossas confusões afetivas parte da nossa incompreensão e da nossa inexatidão com respeito aos conceitos.
"Um bom indicador da veracidade de nosso amor por alguém é o quanto ele nos transforma, o quanto cedemos, vencendo o nosso egoísmo e narcisismo e evoluindo para vivê-lo intensamente" Afinal o que é o amor? Como é o amor? Existe realmente uma única definição para um tema tão complexo ou estamos reféns do relativismo? E, então, haverá tantas definições de amor quantas pessoas neste planeta?
Longe de desenvolver complicadas teses filosóficas a este respeito, sejamos práticos, vamos primeiro definir o objeto do nosso amor: ele está centrado em nós, no outro, ou em um tipo especial de relação entre nós e o outro?
Será que encontrei, de fato, o amor de minha vida?
Todos os dias você encontrará pessoas reclamando que não encontraram o grande amor de suas vidas. Não encontraram? Não procuraram? Não sabiam o que estavam procurando? Encontraram e não reconheceram? Encontraram e não souberam valorizar?
Na vida, você não encontra o que procura, apenas o que está preparado para encontrar.
Muitas pessoas se queixam da ausência do par ideal, mas não percebem que estão vivendo a ilusão da busca da sua outra metade e que, por consequência, se sentem divididos ao meio, seres incompletos em busca de alguém que os complete.
Buscar a outra metade significa delegar para outra pessoa a difícil missão de te fazer feliz e de suprir faltas que sua personalidade apresenta e que só podem ser supridas por você.
Seres humanos sempre serão “metades” diferentes que juntas não formarão uma unidade, mesmo nos casos de amor mais lindos e perfeitos que você conheça.
Quando duas pessoas “inteiras” se encontram podem ser felizes, já duas metades...
Vale o conselho em tom de ironia e brincadeira: “Se você quer ser feliz, não case; mas se quiser fazer alguém feliz, então case, pois duas pessoas com esta filosofia contribuirão uma com a felicidade da outra”.
União, expansão e crescimento
O desejo de união amorosa é mais lúcido se for um desejo de expansão e crescimento, de compartilhar universos diferentes em alguns aspectos, semelhantes em outros, mas onde a busca pela semelhança total ou a convivência com diferença plena seriam tolices.
Ninguém é responsável pela nossa felicidade e nem nós pela de ninguém, mas somos todos co-responsáveis por participar na construção da felicidade uns dos outros.
Entregar a outra pessoa “o fardo” de fazer você feliz é eximir-se da responsabilidade sobre suas próprias emoções, sentimentos e escolhas e assumir o confortável papel de vítima. Afinal, se não der certo, a culpa é do outro que falhou em te fazer feliz.
Esse comportamento de fazer com que o outro se responsabilize por nossa felicidade caracteriza egoísmo, vaidade e narcisismo, pois parte do pressuposto que nós somos muito importantes, a tal ponto que o outro tenha a “obrigação” de nos fazer feliz. A pergunta é: Isso é amor pelo outro ou apenas por si mesmo?
Os dois casos mais frequentes nos relacionamentos amorosos são sempre os das pessoas que se apaixonam pelo “espelho” (alguém extremamente parecido com ela) e o daqueles que se apaixonam pelo seu oposto - alguém totalmente diferente dela.
No primeiro caso a pessoa não se dá conta que está procurando a confortável, porém, tola posição de não ter que aprender ou se adaptar a nada, afinal vive com uma cópia de si mesmo, seja real ou submissa.
No segundo caso, não se dá conta que está procurando alguém que compense as áreas não trabalhadas da sua personalidade e das suas competências sociais, transferindo ao outro tudo aquilo que tem dificuldade em fazer. Em ambos os casos, observamos um nítido egoísmo de face facilmente reconhecível: o narcisismo.
Como eternizou Caetano, “narciso acha feio o que não é espelho”.
Sejam quais forem os caminhos escolhidos para falar do amor (paixão é outro tema) perceberemos que amor é legitimamente um sentimento que parte de nós em direção ao outro e não algo que esperamos parta do outro em relação a nós.
O desejo de amor está ligado ao desejo de expansão, à presença simultânea das semelhanças e diferenças. O sentimento de amor mais legítimo que podemos conceber parte sempre de uma doação sem necessidade de submissão; de tolerância sem necessidade de omissão; de compartilhar sem necessidade de auto-abandono. Amar é somar, multiplicar e dividir, nunca subtrair.
Amar continua sendo a maior aventura e o maior desafio da espécie humana!
Por isso, um bom indicador da veracidade de nosso amor por alguém é o quanto ele nos transforma, o quanto cedemos, vencendo o nosso egoísmo e narcisismo e evoluindo para vivê-lo intensamente.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Homem dependente.
Com freqüência encontramos nos casamentos ou nas relações de namoro, homens dependentes de suas companheiras. Por fora demonstram firmeza, segurança e autodeterminação. São pessoas que trabalham, sustentam a família com seu esforço, são seguros das coisas que acreditam, não demonstram indecisões frente aos problemas profissionais que venham a ter. Mas muitas vezes atrás dessa máscara se escondem homens inseguros, emocionalmente imaturos e dependentes de suas esposas.
No fundo não têm tanto domínio de si mesmos quanto aparentam. Possuem pouca ação dentro de casa, pois não entendem como o lar se organiza e se processa. É como estivessem perdidos, estranhos em seus próprios lares.
Muitos homens não conseguem preparar sua própria refeição, nem mesmo manipular equipamentos como a máquina de lavar roupa, de lavar louças, microondas. Alguns têm dificuldades de comprar suas próprias roupas sozinhos, necessitando que suas esposas os acompanhe, isso quando eles vão, porque muitos nem aparecem na loja, ficando ao encargo da mulher escolher e comprar as roupas do marido.
Além disso, é comum alguns homens não conseguirem escolher as próprias roupas que usam no dia a dia, ou mesmo para ir a uma festa ou quando saem de férias ou viagens. As mulheres se encarregam de preparar suas malas escolhendo as roupas para todas as ocasiões.
Abordando o campo da saúde, muitos tem medo de ir ao médico sozinho, dependendo de suas esposas para marcarem a consulta e os acompanharem ao consultório.
Com a educação dos filhos apresentam as mesmas dificuldades, pois muitas vezes não sabem como agir frente a questões básicas de higiene, saúde, vestimenta e comportamento.
Mas por que tudo isso acontece? Qual a razão de muitos homens entregam seu poder de escolha para suas companheiras? Por que se abstêm de serem autônomos e dependentes? Tudo começa na infância, como este homem foi criado por sua mãe e compactuado por seu pai. Homens não são educados para nenhuma tarefa doméstica.
No fundo eles revivem seu papel de filho no casamento. Por isso têm dificuldade de cuidar da esposa e dos filhos. Acabando por repetir o papel de filho continuamente, esperam ser cuidados por suas esposas, assim como eram cuidados por suas mães. Isso quando não acabam por competir com seus próprios filhos em busca de atenção e carinho da mulher.
Em algumas relações é comum observarmos o marido chamar sua esposa de mãe e vice-versa. Não precisa ser um expert em comportamento humano para entendermos o simbolismo contido nessas frases. No fundo esse tipo de homens ainda esperam ser tratados e cuidados como filhos, dependentes do amor de suas mães ou esposas.
Para tentar reverter esse quadro é necessário que tanto os homens quanto as mulheres estejam conscientes da importância de se trabalhar a autonomia do casal. Os homens devem buscar sua autorealização e autonomia de uma forma mais segura e as mulheres devem estimular para que essas escolhas sejam feitas, ao mesmo tempo que devem deixar de lado seu forte impulso maternal de querer sempre proteger, melhorar e transformar o marido.
Dedo nos olhos dos homens dependentes.
No fundo não têm tanto domínio de si mesmos quanto aparentam. Possuem pouca ação dentro de casa, pois não entendem como o lar se organiza e se processa. É como estivessem perdidos, estranhos em seus próprios lares.
Muitos homens não conseguem preparar sua própria refeição, nem mesmo manipular equipamentos como a máquina de lavar roupa, de lavar louças, microondas. Alguns têm dificuldades de comprar suas próprias roupas sozinhos, necessitando que suas esposas os acompanhe, isso quando eles vão, porque muitos nem aparecem na loja, ficando ao encargo da mulher escolher e comprar as roupas do marido.
Além disso, é comum alguns homens não conseguirem escolher as próprias roupas que usam no dia a dia, ou mesmo para ir a uma festa ou quando saem de férias ou viagens. As mulheres se encarregam de preparar suas malas escolhendo as roupas para todas as ocasiões.
Abordando o campo da saúde, muitos tem medo de ir ao médico sozinho, dependendo de suas esposas para marcarem a consulta e os acompanharem ao consultório.
Com a educação dos filhos apresentam as mesmas dificuldades, pois muitas vezes não sabem como agir frente a questões básicas de higiene, saúde, vestimenta e comportamento.
Mas por que tudo isso acontece? Qual a razão de muitos homens entregam seu poder de escolha para suas companheiras? Por que se abstêm de serem autônomos e dependentes? Tudo começa na infância, como este homem foi criado por sua mãe e compactuado por seu pai. Homens não são educados para nenhuma tarefa doméstica.
No fundo eles revivem seu papel de filho no casamento. Por isso têm dificuldade de cuidar da esposa e dos filhos. Acabando por repetir o papel de filho continuamente, esperam ser cuidados por suas esposas, assim como eram cuidados por suas mães. Isso quando não acabam por competir com seus próprios filhos em busca de atenção e carinho da mulher.
Em algumas relações é comum observarmos o marido chamar sua esposa de mãe e vice-versa. Não precisa ser um expert em comportamento humano para entendermos o simbolismo contido nessas frases. No fundo esse tipo de homens ainda esperam ser tratados e cuidados como filhos, dependentes do amor de suas mães ou esposas.
Para tentar reverter esse quadro é necessário que tanto os homens quanto as mulheres estejam conscientes da importância de se trabalhar a autonomia do casal. Os homens devem buscar sua autorealização e autonomia de uma forma mais segura e as mulheres devem estimular para que essas escolhas sejam feitas, ao mesmo tempo que devem deixar de lado seu forte impulso maternal de querer sempre proteger, melhorar e transformar o marido.
Dedo nos olhos dos homens dependentes.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Homens que não dirigem enfrentam dilemas no relacionamento
O mundo masculino está intimamente ligado ao automobilístico. Carros, direção, turbos, motores, velocidade e muito mais fazem a alegria dos marmanjos seguidores da máxima: "o que muda na vida de um homem é o valor dos brinquedos". Além disso, como machos competem em tudo, existe a questão "meu carro é melhor que o seu" e "com meu carro pego mais mulheres que você". A ideia de que carros atraem garotas, cantada até mesmo por Roberto Carlos em O Calhambeque, é reforçada pelas chamadas Maria Gasolina, que não podem ver uma máquina um pouco mais esportiva que se atiçam todas, não se importando com quem está atrás da direção. Como fica, então, a situação do rapaz que não possui essa arma de sedução em massa? O fato de dirigir ou não possuir um automóvel pode atrapalhar um possível relacionamento?
» vc repórter: mande fotos e notícias
» Chat: tecle sobre a notícia
Ana Paula Lima, de 29 anos, é uma que se relaciona com um rapaz que não possui carro. Para ela, não há problemas muito grandes em buscar o namorado, mas sente falta de algumas coisas. "O ruim nessa história em servir de motorista ao homem é que, às vezes, em algum momento da relação, um pouco de romantismo vai faltar, como aquela coisa de esperá-lo em casa e também que ele abra a porta do carro como um perfeito cavalheiro", disse. E não é só isso. Se o cara não tem carro que se freie em fazer comentários sobre a maneira de a menina dirigir, mesmo porque essa é uma das maiores reclamações do público feminino. "Quando um homem começa a criticar a maneira que eu guio, eu tenho vontade de parar e mandar descer. Se sabe dirigir melhor, que compre seu próprio carro", disse Vanessa Gonçalves, vendedora de 37 anos.
E o que pode acontecer quando os dois não têm automóvel? Mariana Cassaro, paulistana de 24 anos, vê uma série de dificuldades: "Na hora de pegar o ônibus para o cinema ou entrar no motelzinho de táxi, certamente o carango faz uma falta. Ou em um bate e volta para a praia, num final de semana romântico. Ou ainda ir para ir à balada e ter de esperar até amanhecer para pegar o metrô. Já pensou nisso?". Essa falta de mobilidade é ainda mais latente quando se está frio ou chovendo. O casal acaba ficando fechado em casa enquanto o mundo acontece lá fora. Além disso, em muitos casos, a preguiça e a distância acabam limitando o programa a dois, geralmente restritos a, no máximo, uma condução.
Apesar de todos esses senões, homens que não dirigem também têm algumas vantagens. São ecologicamente corretos porque não poluem. Andam mais de bicicleta ou a pé e passam a imagem de esportistas. Apreciam mais a paisagem e descobrem detalhes na cidade que motoristas não enxergam. E ainda não encaram o automóvel como uma extensão do próprio corpo. "Isso enche o saco", disse Mariana. Alessandra Queiróz, bióloga de 28 anos afirmou: "As mocinhas não ficarão de olho no homem só porque está em um carro que chame atenção e ele não vai ficar se exibindo por causa do carro".
Obviamente que graças ao trânsito carregado das grandes cidades hoje, usar metrô e ônibus passa a ser sinônimo de tranquilidade e não vai queimar o filme de ninguém de imediato. Só que se você for um cara que odeia dirigir e não quer perder as boas oportunidades da vida, então tenha seu automóvel mesmo assim. Aí, é só entregar as chaves para a namorada ou mulher e curtir o passeio. Em silêncio, diga-se de passagem. E mais: se você não dirige, mas sua parceira possui um carango, ofereça-se em dividir as despesas de combustível. É de bom tom e vai mostrar à menina que você não é um aproveitador barato.
Enfim, respondendo à pergunta do início do texto, o fato de ter ou não carro infelizmente pode influenciar no relacionamento a longo prazo. E a bióloga de Guarulhos, Alessandra, encerrou a questão: "Amor é importante e não há nada melhor no mundo que um casal abraçado, seja no carro, no ônibus ou na rua. A mulher que disser, porém, que não liga em ter um namorado que não tenha automóvel, é enganadora da própria alma, pois as vantagens com o decorrer do tempo não têm comparação com as desvantagens". Sendo assim, aproveite o IPI reduzido e o parcelamento a perder de vista, em 100 suaves prestações mensais, e adquira hoje mesmo um popular 1.0. Ou a menina te troca por um Fuscão preto.
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Ana Paula Lima, de 29 anos, é uma que se relaciona com um rapaz que não possui carro. Para ela, não há problemas muito grandes em buscar o namorado, mas sente falta de algumas coisas. "O ruim nessa história em servir de motorista ao homem é que, às vezes, em algum momento da relação, um pouco de romantismo vai faltar, como aquela coisa de esperá-lo em casa e também que ele abra a porta do carro como um perfeito cavalheiro", disse. E não é só isso. Se o cara não tem carro que se freie em fazer comentários sobre a maneira de a menina dirigir, mesmo porque essa é uma das maiores reclamações do público feminino. "Quando um homem começa a criticar a maneira que eu guio, eu tenho vontade de parar e mandar descer. Se sabe dirigir melhor, que compre seu próprio carro", disse Vanessa Gonçalves, vendedora de 37 anos.
E o que pode acontecer quando os dois não têm automóvel? Mariana Cassaro, paulistana de 24 anos, vê uma série de dificuldades: "Na hora de pegar o ônibus para o cinema ou entrar no motelzinho de táxi, certamente o carango faz uma falta. Ou em um bate e volta para a praia, num final de semana romântico. Ou ainda ir para ir à balada e ter de esperar até amanhecer para pegar o metrô. Já pensou nisso?". Essa falta de mobilidade é ainda mais latente quando se está frio ou chovendo. O casal acaba ficando fechado em casa enquanto o mundo acontece lá fora. Além disso, em muitos casos, a preguiça e a distância acabam limitando o programa a dois, geralmente restritos a, no máximo, uma condução.
Apesar de todos esses senões, homens que não dirigem também têm algumas vantagens. São ecologicamente corretos porque não poluem. Andam mais de bicicleta ou a pé e passam a imagem de esportistas. Apreciam mais a paisagem e descobrem detalhes na cidade que motoristas não enxergam. E ainda não encaram o automóvel como uma extensão do próprio corpo. "Isso enche o saco", disse Mariana. Alessandra Queiróz, bióloga de 28 anos afirmou: "As mocinhas não ficarão de olho no homem só porque está em um carro que chame atenção e ele não vai ficar se exibindo por causa do carro".
Obviamente que graças ao trânsito carregado das grandes cidades hoje, usar metrô e ônibus passa a ser sinônimo de tranquilidade e não vai queimar o filme de ninguém de imediato. Só que se você for um cara que odeia dirigir e não quer perder as boas oportunidades da vida, então tenha seu automóvel mesmo assim. Aí, é só entregar as chaves para a namorada ou mulher e curtir o passeio. Em silêncio, diga-se de passagem. E mais: se você não dirige, mas sua parceira possui um carango, ofereça-se em dividir as despesas de combustível. É de bom tom e vai mostrar à menina que você não é um aproveitador barato.
Enfim, respondendo à pergunta do início do texto, o fato de ter ou não carro infelizmente pode influenciar no relacionamento a longo prazo. E a bióloga de Guarulhos, Alessandra, encerrou a questão: "Amor é importante e não há nada melhor no mundo que um casal abraçado, seja no carro, no ônibus ou na rua. A mulher que disser, porém, que não liga em ter um namorado que não tenha automóvel, é enganadora da própria alma, pois as vantagens com o decorrer do tempo não têm comparação com as desvantagens". Sendo assim, aproveite o IPI reduzido e o parcelamento a perder de vista, em 100 suaves prestações mensais, e adquira hoje mesmo um popular 1.0. Ou a menina te troca por um Fuscão preto.
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