Bom dia pessoal.
Não quero aqui dizer quem e melhor que alguém, todos nos somos iguais perante as leis de Deus, da física e química.
Todos nos temos uma única certeza, que esse corpo vai morrer.
Queria expor algo para refletirem.
Nossas vidas são únicas, não temos uma vida para treinar ou ensaiar e depois uma segunda para viver.
Entendo que devemos procurar sempre o melhor para nós, justamente por essa vida ser única, entendo que todos merecem o melhor e que as diferenças sócias econômicas não deveriam existir, mas elas existem e estão ai para nos colocarmos à provas todos os dias.
E que tipo de provas são essas?
Garanto que não são provas de ENEM e nem do ENADE.
Pessoal parem e pensem.
Ter dinheiro e ótimo!!!!! Comprar é um balsamo, viajar e um santo remédio, poder usufruir das facilidades que o dinheiro pode nos proporcionar e exuberante, a economia de tempo entao nem se diga, mas de que tudo isso adianta se não temos o mais importante ????
A saúde e o amor.
Saúde o dinheiro pode conquistar, mas o amor jamais!!!!
Pensem !
A vida é ótima de se viver justamente por isso, pelos desafios, pelo estado de atenção que devemos ficar para pularmos as rasteiras que ela tenta nos dar e principalmente pelo sentimento de termos vencido esses obstáculos.
Então pessoal, vamos atrás do amor, vamos lutar por ele, vamos ser mais paciente, mais carinhoso, vamos demonstrar o amor, não tenham medo disso.
Não precisamos nos posicionar um nível acima ou um nível abaixo dos nossos pares, precisamos sim nos posicionar ao lado e sempre ao lado, mesmos nas horas difíceis (Ai esta uma das grandes demonstrações de amor), vamos estender a mão para apoiar e não para acusar, não vamos cobrar tanto, vamos procurar uma saída para a crise, não vamos exigir tanto, vamos acender as luzes da sabedoria, vamos lutarmos juntos, não importa o que aconteça e lá na frente teremos historias boas para contar e daremos muitas risadas e historia tristes que nos encherá de orgulho e o orgulho só serve para isso, deixo-o de lado em outras ocasiões.
Por isso gente eu vos digo.
Somos todos iguais as leis do universo, eu não sou melhor que você e você não é melhor que ninguém e talvez por você ser assim você pode despertar o interesse de alguém, mas lembre-se a vida e feito de desafios e se você não esta disposta a desafios.
Se não for assim tu estará disponível a passar a vida isolado.
Outra coisa, não pense que as coisas virão de graça, tudo tem o seu preço e talvez o preço da comodidade seja maior e esse preço pode ser a falta do amor.
Voçê quer isso ?
Então aqui vai!!!
Busquem suas felicidades, busquem a ocitocina, busquem o melhor para vocês, procurem a saúde e o amor e procurem não se vender por algo que ´~ao lhe trará felicidade.
Outra coisa importante, esse texto não é para agredir ou cutucar ninguém é simplesmente uma forma de pensar, portanto se você ler isso te garanto que ele não foi escrito para você.
Vivam em paz no coração e baixem a guarda, não sejam tão seletivos, pois voces proprios poderão nao passar na seleção.
Dedo nos olhos deles.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Imaginem se a meia dele fura ???
Bom dia e uma otima semana a todos.
Essa materia e para deixar qualquer um de cabelo em pé e por favor quem tiver filho ou irmao pequeno nao deixem ver esse videio em hipotese alguma, pois corre serios risco de ma formacao da conduta humana basica.
É esse tipo de gente que povoa Brasilia.
Dedo no olho deles !!!!
http://www.youtube.com/watch?v=FxjeYF6BaYI
BRASÍLIA - A oposição ao governador José Roberto Arruda (DEM), do Distrito Federal, vai protocolar na segunda-feira pedido de impeachment dele. Sábado à noite, deputados reuniram-se de emergência para debater as últimas denúncias de corrupção. A oposição, no entanto, só tem quatro dos 25 deputados distritais.
Mal apareceu neste sábado no Jornal Nacional, da TV Globo, caiu na internet, no portal YouTube, o vídeo com as imagens de Arruda, então candidato do DEM ao governo do Distrito Federal, recebendo dinheiro não declarado de Durval Barbosa para a campanha eleitoral. O vídeo foi anexado aos autos do inquérito que corre sob segredo de justiça no Superior Tribunal de Justiça, sobre suposto pagamento de propina – um mensalão brasiliense – do agora governador a deputados distritais, conforme revelou a Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, na sexta-feira.
Histórico
Durval Barbosa era secretário de Relações Institucionais do governo de Arruda até sexta, quando foi demitido. Ele usou grampo de som e imagem, autorizados pela justiça, colaborando com as investigações, em troca de delação premiada. Durval é alvo de pelo menos 23 processos na Justiça de Brasília. Ele também já foi secretário do ex-governador Joaquim Roriz - hoje no PSC e candidato ao Palácio Buriti ano que vem.
Segundo a defesa de José Roberto Arruda, o dinheiro recebido à época, como mostra o vídeo, foi para a compra de panetones que foram distribuídos durante a campanha eleitoral.
Neste sábado, o governador passou o dia na residência oficial, em Águas Claras, cidade satélite de Brasília, e até o fechamento da edição não havia se pronunciado. Arruda estava reunido com advogados estudando as 700 páginas de inquérito da operação da PF.
Investigação
De acordo com as investigações, secretários do governo coletavam dinheiro de empresas que mantêm contrato com o Distrito Federal, e distribuíam para deputados da base aliada na Câmara Distrital. O último flagrante, do mês passado, gravado na escuta de Barbosa em conversa com o governador, citava R$ 600 mil.
Essa materia e para deixar qualquer um de cabelo em pé e por favor quem tiver filho ou irmao pequeno nao deixem ver esse videio em hipotese alguma, pois corre serios risco de ma formacao da conduta humana basica.
É esse tipo de gente que povoa Brasilia.
Dedo no olho deles !!!!
http://www.youtube.com/watch?v=FxjeYF6BaYI
BRASÍLIA - A oposição ao governador José Roberto Arruda (DEM), do Distrito Federal, vai protocolar na segunda-feira pedido de impeachment dele. Sábado à noite, deputados reuniram-se de emergência para debater as últimas denúncias de corrupção. A oposição, no entanto, só tem quatro dos 25 deputados distritais.
Mal apareceu neste sábado no Jornal Nacional, da TV Globo, caiu na internet, no portal YouTube, o vídeo com as imagens de Arruda, então candidato do DEM ao governo do Distrito Federal, recebendo dinheiro não declarado de Durval Barbosa para a campanha eleitoral. O vídeo foi anexado aos autos do inquérito que corre sob segredo de justiça no Superior Tribunal de Justiça, sobre suposto pagamento de propina – um mensalão brasiliense – do agora governador a deputados distritais, conforme revelou a Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal, na sexta-feira.
Histórico
Durval Barbosa era secretário de Relações Institucionais do governo de Arruda até sexta, quando foi demitido. Ele usou grampo de som e imagem, autorizados pela justiça, colaborando com as investigações, em troca de delação premiada. Durval é alvo de pelo menos 23 processos na Justiça de Brasília. Ele também já foi secretário do ex-governador Joaquim Roriz - hoje no PSC e candidato ao Palácio Buriti ano que vem.
Segundo a defesa de José Roberto Arruda, o dinheiro recebido à época, como mostra o vídeo, foi para a compra de panetones que foram distribuídos durante a campanha eleitoral.
Neste sábado, o governador passou o dia na residência oficial, em Águas Claras, cidade satélite de Brasília, e até o fechamento da edição não havia se pronunciado. Arruda estava reunido com advogados estudando as 700 páginas de inquérito da operação da PF.
Investigação
De acordo com as investigações, secretários do governo coletavam dinheiro de empresas que mantêm contrato com o Distrito Federal, e distribuíam para deputados da base aliada na Câmara Distrital. O último flagrante, do mês passado, gravado na escuta de Barbosa em conversa com o governador, citava R$ 600 mil.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Reflexão.
"Algumas pessoas demonstram tanto respeito por seus superiores que não sobra nada para si próprios".
Dedo no teu olho.
Dedo no teu olho.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Primeiro, eu!
FURAR FILA, ziguezaguear no trânsito, IGNORAR os pequenos gestos que tornam mais humano o cotidiano, o bom dia, o obrigado, o por favor, O COM LICENÇA. Individualista e competitiva, a SOCIEDADE MODERNA molda o comportamento e faz com que boa parte das pessoas perca o senso de coletividade, em um cenário onde a principal máxima é o...
Manhã de quarta-feira na fila única do caixa na loja de materiais de construção Leroy Merlin, em Campinas. Um homem aguarda a vez de pagar suas compras no primeiro lugar, enquanto dois outros clientes chegam e também passam a esperar, logo atrás, pela sua vez. Quando a luz indicativa se acende chamando o próximo para o caixa 5, as duas pessoas que estavam atrás se antecipam e, sem qualquer consulta prévia, driblam quem esperava havia mais tempo e chegam primeiro ao caixa.
A história, real, testemunhada duas semanas atrás, expõe uma faceta nada agradável e cada vez mais comum nas relações sociais nas ruas de Campinas e de todo o Brasil. Muito preocupadas consigo mesmas, devido ao alto grau de competitividade vivido em todos os aspectos da vida moderna, as pessoas acabam ignorando preceitos básicos que norteiam e regulam a vida em comunidade. Respeito ao próximo, educação, gentileza, códigos de ética e até normas de segurança e leis formais são deixados em segundo plano.
Em tempos onde a chamada “lei de Gérson”, que ensina desde os anos 70 que levar vantagem em tudo, e sempre, é o melhor caminho, a sensação de ter que chegar antes, primeiro e melhor impera e acaba tratada com naturalidade. Tornou-se parte do cotidiano das pessoas, está enraizada na sociedade e ultrapassa limites de idade, tempo, nível social e formação profissional.
“O Interior de São Paulo está, infelizmente, perdendo sua característica de cultura caipira, que é altamente cerimoniosa, gentil. As pessoas estão deixando de dar bom dia a quem não conhecem e até a quem conhecem. O respeito mútuo e a ética nas relações estão se perdendo”, diz Roberto Romano, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Ele mesmo tem um exemplo para ilustrar o que fala. “Eu estava em Campinas, dirigindo meu carro, quando parei em um sinal vermelho. Atrás estava uma senhora em um belo carro elegante. Quando o sinal abriu, uma outra senhora, que não enxergava, estava atravessando a rua na faixa de pedestres quando a do carro chique começou a buzinar, desesperadamente, para eu andar depressa. Não tive dúvidas: desci do carro e fui questionar o comportamento. Ela disse simplesmente que não tinha visto. É típico da pessoa que não enxerga os outros. Só pensa nela, quer passar logo pelo sinal e seguir a sua vida, não importa como”, disse.
No cotovelo
Para ele, o comportamento é sinal de que a “lei de Gérson” ainda vigora. “É um modo típico de conseguir as coisas usando o cotovelo para abrir espaços. É a chamada ‘lei de Gérson’, onde levar vantagem é sempre mais importante. Trata-se de um traço triste da nossa classe média, que foi inclusive a mola propulsora do golpe militar de 1964”, disse.
Para Romano, se a pessoa não sabe se colocar no lugar dos outros na hora de respeitar os códigos de ética, acaba se tornando insensível e inapta para viver em uma sociedade de forma saudável. “Isso é perigoso. Se a pessoa é capaz de lesar um semelhante com coisas pequenas, pode muito bem fazer coisa muito maiores.”
O cineasta, comentarista político e colunista do Correio Popular Arnaldo Jabor afirma que o problema tem origem cultural e na baixa efetividade da educação oferecida no País. “O perfil do brasileiro é de personalismo e individualismo. As pessoas acham que podem sujar as ruas, passar na frente dos outros, dirigir mais depressa que todo mundo. A ideia de coletividade é muito rala”, disse.
A pedagoga Graça Coutinho diz que já passou por inúmeras situações em que se deparou com falta de educação. Em uma delas, estava no estacionamento de um shopping, indo buscar o carro, quando, na hora de atravessar uma rua, um veículo quase a atropelou. “Eu ia parar e olhar a rua, mas a mulher se assustou e freou em cima. Ela começou a me xingar, foi muito grosseira, ficou nervosa e eu disse que a gente ia ter que resolver na polícia”, contou.
Para ela, as pessoas hoje só pensam nelas mesmas, só visam ao lucro que vão conseguir e estão cada vez mais sem educação. “A educação está se perdendo, temos que resgatar a solidariedade, as pessoas têm que criar teias de relações para pensar mais nos outros”, disse.
Fabiana Medeiros, manicure, estava entrando em um banco, sem a bolsa, apenas com um celular e uma chave. Na hora de entrar, a porta com o detector de metais travou e não parou de apitar. “Eu já tinha tirado o celular e a chave e dizia que não tinha mais nada, mas o segurança insistia que tinha e foi extremamente grosseiro, chegou a sugerir que eu tirasse a roupa. Foi muito constrangedor.” Fabiana também acredita que a falta de educação está em todos os lugares. “Ninguém pensa mais nos outros, na mágoa que pode causar para as pessoas. Está muito ruim viver em sociedade”, disse.
O advogado Octávio Augusto de Souza Azevedo conta uma história que não parece real. “Eu estava dirigindo na Avenida Norte-Sul na pista do meio. Um motorista que vinha pela pista da direita simplesmente jogou o carro para cima do meu, cortou a minha frente e foi para a pista da esquerda. Sem dar seta. Duzentos metros depois, ele fez a mesma coisa, mas no sentido inverso, para voltar para a pista da direita. Reclamei com ele quando os carros pararam no semáforo e o cara disse que nas duas vezes não tinha me visto. Ele nem sabia que tinha me fechado e quase causado um acidente.”
A cena é comum no trânsito. Segunda-feira, começo da noite. Um motorista dirige com calma pela Avenida Mackenzie, perto do Shopping Iguatemi. Pela pista da esquerda, ele passa alguns carros que trafegam mais lentos e observa, com atenção, os movimentos de um motorista que parece inseguro ao volante um pouco adiante. Prevendo problemas, ele reduz a velocidade antes de emparelhar. Em segundos, o motorista da direita entra, de uma vez, sem sinalizar, na pista da esquerda para fazer o retorno perto da saída do shopping. Aparentemente, ele sequer percebeu o que aconteceu. Por poucos centímetros, não houve um acidente.
Políticos
Para especialistas, o comportamento de nossos políticos não foge à regra e acaba fortalecendo a crise de falta de ética e educação verificada nos dias de hoje. Corrupção, uso indevido das máquinas públicas, atos em benefício próprio, baixo índice de fidelidade com partidos e ideologias, e falta de transparência em atos e contas públicas são alguns dos fatores apontados como preocupantes.
“Os políticos dão péssimos exemplos de falta de educação, de falta de ética, ao tratar com a coisa pública com pensamento voltado a eles mesmos. Isso interfere diretamente nas ações das pessoas e em suas relações em sociedade”, disse Jabor.
“A força bruta, a lei de conseguir as coisas usando o cotovelo funciona em todos os níveis da sociedade. Desde as classes menos favorecidas até as mais abastadas, passando pelos políticos. São péssimos exemplos”, afirmou Romano.
Antes de ser eleito pela primeira vez, em 2001, o presidente Lula era um crítico contumaz de programas que chamava de assistencialistas, como o Bolsa Família. Segundo ele, ações assim seriam “uma praga social”.
Naquela época, Lula era o principal nome da oposição. Hoje, do outro lado da trincheira, o presidente defende o Bolsa Família, um de seus propulsores eleitorais, e parece ter esquecido do que sentia, pensava e queria antes de ser presidente.
Assim, Lula adota a “lei de Gérson” em benefício próprio. Procura tirar vantagem pessoal da situação, independentemente daquilo que ache. Ou de como seja, de fato, a realidade abordada. E sem pensar nas pessoas e no elas vão achar. Afinal, nem todo mundo se importa.
“Tem gente que se acostumou a ser atendida com falta de atenção e até de educação em lugares como padarias e restaurantes. As pessoas acabam se acostumando com isso, o que mostra a gravidade do problema.”
Edgar Castro
Funcionário público
“O Brasil precisa de uma forte ação de educação, mas não só educar nas escolas. Precisamos pensar em educar as pessoas para melhorarmos as relações nas ruas.”
Octávio Augusto de Souza Azevedo
Advogado
“Nós temos uma grande massa de pessoas nas periferias sem escola, sem emprego, sem assistência. Mas o problema da falta de educação não está restrito a esse pessoal.”
Roberto Romano
Professor da Unicamp
‘A ideia de coletividade é muito rala’
Para o cineasta e cronista Arnaldo Jabor, o problema da falta de educação atinge toda a sociedade brasileira. “O perfil do brasileiro é de personalismo e individualismo. As pessoas acham que podem sujar as ruas, passar na frente dos outros, dirigir mais depressa que todo mundo. A ideia de coletividade é muito rala”, disse.
Para Jabor, a consciência do outro, do próximo, é muito rara no País. Não há uma identificação com o interesse público. “Educação e investimento econômico, juntos, podem ajudar a transformar essa realidade. Mas é um trabalho difícil”, afirmou. “No Brasil, há uma brutalidade e uma violência que são evidentes. Há também uma competição suja e desleal entre as pessoas que não se justifica e acaba gerando violência e mais desrespeito.”
Para ele, o contexto político não pode ser ignorado quando se fala de desrespeito e falta de ética. “Os péssimos exemplos que muitos de nossos políticos dão acabam influenciando as pessoas de forma negativa em toda a sociedade”. (GB/AAN)
‘Nossa classe média não tem senso de respeito aos outros’
“A classe média brasileira é uma das mais desqualificadas do mundo em termos de respeito e regras. Por ter um carro BMW, o sujeito acha que tem o direito de andar a 180 km/h na estrada. Por estar pagando o restaurante, a pessoa pensa que pode tratar com rispidez e grosseria o garçom, ou falar alto sem se incomodar com a possibilidade de atrapalhar outras pessoas.”
A opinião acima é do professor da Unicamp Roberto Romano. Para ele, os códigos de ética estabelecidos em uma sociedade são fundamentais para uma vivência estável dentro dela. Tão essenciais quanto as leis vigentes.
“Reverter isso é muito difícil. É preciso um conjunto de ações simultâneas. Em primeiro lugar, a educação e a propagação dos valores dos códigos de ética e boas maneiras. Além disso, é preciso reprimir os comportamentos indesejados e impedir que haja condescendência.” As pessoas que vivem nas grandes cidades, como Campinas, diz Romano, acham que agir com grosseria com um outro cidadão não acarretará problemas porque dificilmente as pessoas vão se encontrar novamente.
“Quando o sinal fica amarelo para alertar o motorista que ele deve parar, o brasileiro tende a acelerar para aproveitar o restinho de tempo que tem para passar antes de quem cruza o seu caminho. Ou seja, ele pisa fundo para levar vantagem.”
“Nossa classe média é moralista e hipócrita e não tem senso de respeito aos direitos dos outros.” (GB/AAN)
PONTO
DE VISTA
Maus e bons exemplos
Era para ser um final de semana como outro qualquer. Mas uma história de falta de respeito e educação quase colocou tudo a perder. No final de tarde de domingo, levei meu filho ao cinema em um dos shoppings de Campinas para ver Os Mosconautas. Após o filme, como de costume, fomos comer um lanche numa unidade de uma rede de fast-food bastante conhecida. Havia seis ou sete pessoas em cada uma das filas nos caixas em operação. Sem pressa, sem compromisso, resolvi encarar a demora para cumprir a promessa feita antes do filme. Me posicionei, então, em último lugar, à espera da minha vez, como normalmente se faz. Para dar agilidade ao atendimento, uma funcionária me abordou e anotou o pedido. Seria, depois, só entregar a ficha ao caixa, pagar e esperar pelos lanches. Foi então que algo desagradável aconteceu. Um casal entrou na minha frente na fila, sem qualquer consulta, e, já me dando as costas, chamou pela funcionária do pré-atendimento para fazer seu pedido. Perplexo, me sentindo desrespeitado, e ao mesmo tempo preocupado em não expor uma criança de 9 anos a uma situação de violência, decide questionar o comportamento e cutuquei, suavemente, as costas da moça. “Oi, nós estamos na fila”, disse, gentilmente, para a jovem mulher. A resposta da pessoa foi agressiva e intempestiva. Descontrolada, a garota, do alto de seus vinte e poucos anos, se sentiu ofendida e começou a berrar. “O quê? Você tá maluco? A gente está aqui faz um tempão. Fica na sua.” Precisei de muita calma para dar por encerrada a questão e não retrucar. Tinha, como pai, o exemplo a dar a meu filho. E, mais importante, ele esperava pela nossa vez para comprar lanches e batatas fritas.
Manhã de quarta-feira na fila única do caixa na loja de materiais de construção Leroy Merlin, em Campinas. Um homem aguarda a vez de pagar suas compras no primeiro lugar, enquanto dois outros clientes chegam e também passam a esperar, logo atrás, pela sua vez. Quando a luz indicativa se acende chamando o próximo para o caixa 5, as duas pessoas que estavam atrás se antecipam e, sem qualquer consulta prévia, driblam quem esperava havia mais tempo e chegam primeiro ao caixa.
A história, real, testemunhada duas semanas atrás, expõe uma faceta nada agradável e cada vez mais comum nas relações sociais nas ruas de Campinas e de todo o Brasil. Muito preocupadas consigo mesmas, devido ao alto grau de competitividade vivido em todos os aspectos da vida moderna, as pessoas acabam ignorando preceitos básicos que norteiam e regulam a vida em comunidade. Respeito ao próximo, educação, gentileza, códigos de ética e até normas de segurança e leis formais são deixados em segundo plano.
Em tempos onde a chamada “lei de Gérson”, que ensina desde os anos 70 que levar vantagem em tudo, e sempre, é o melhor caminho, a sensação de ter que chegar antes, primeiro e melhor impera e acaba tratada com naturalidade. Tornou-se parte do cotidiano das pessoas, está enraizada na sociedade e ultrapassa limites de idade, tempo, nível social e formação profissional.
“O Interior de São Paulo está, infelizmente, perdendo sua característica de cultura caipira, que é altamente cerimoniosa, gentil. As pessoas estão deixando de dar bom dia a quem não conhecem e até a quem conhecem. O respeito mútuo e a ética nas relações estão se perdendo”, diz Roberto Romano, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Ele mesmo tem um exemplo para ilustrar o que fala. “Eu estava em Campinas, dirigindo meu carro, quando parei em um sinal vermelho. Atrás estava uma senhora em um belo carro elegante. Quando o sinal abriu, uma outra senhora, que não enxergava, estava atravessando a rua na faixa de pedestres quando a do carro chique começou a buzinar, desesperadamente, para eu andar depressa. Não tive dúvidas: desci do carro e fui questionar o comportamento. Ela disse simplesmente que não tinha visto. É típico da pessoa que não enxerga os outros. Só pensa nela, quer passar logo pelo sinal e seguir a sua vida, não importa como”, disse.
No cotovelo
Para ele, o comportamento é sinal de que a “lei de Gérson” ainda vigora. “É um modo típico de conseguir as coisas usando o cotovelo para abrir espaços. É a chamada ‘lei de Gérson’, onde levar vantagem é sempre mais importante. Trata-se de um traço triste da nossa classe média, que foi inclusive a mola propulsora do golpe militar de 1964”, disse.
Para Romano, se a pessoa não sabe se colocar no lugar dos outros na hora de respeitar os códigos de ética, acaba se tornando insensível e inapta para viver em uma sociedade de forma saudável. “Isso é perigoso. Se a pessoa é capaz de lesar um semelhante com coisas pequenas, pode muito bem fazer coisa muito maiores.”
O cineasta, comentarista político e colunista do Correio Popular Arnaldo Jabor afirma que o problema tem origem cultural e na baixa efetividade da educação oferecida no País. “O perfil do brasileiro é de personalismo e individualismo. As pessoas acham que podem sujar as ruas, passar na frente dos outros, dirigir mais depressa que todo mundo. A ideia de coletividade é muito rala”, disse.
A pedagoga Graça Coutinho diz que já passou por inúmeras situações em que se deparou com falta de educação. Em uma delas, estava no estacionamento de um shopping, indo buscar o carro, quando, na hora de atravessar uma rua, um veículo quase a atropelou. “Eu ia parar e olhar a rua, mas a mulher se assustou e freou em cima. Ela começou a me xingar, foi muito grosseira, ficou nervosa e eu disse que a gente ia ter que resolver na polícia”, contou.
Para ela, as pessoas hoje só pensam nelas mesmas, só visam ao lucro que vão conseguir e estão cada vez mais sem educação. “A educação está se perdendo, temos que resgatar a solidariedade, as pessoas têm que criar teias de relações para pensar mais nos outros”, disse.
Fabiana Medeiros, manicure, estava entrando em um banco, sem a bolsa, apenas com um celular e uma chave. Na hora de entrar, a porta com o detector de metais travou e não parou de apitar. “Eu já tinha tirado o celular e a chave e dizia que não tinha mais nada, mas o segurança insistia que tinha e foi extremamente grosseiro, chegou a sugerir que eu tirasse a roupa. Foi muito constrangedor.” Fabiana também acredita que a falta de educação está em todos os lugares. “Ninguém pensa mais nos outros, na mágoa que pode causar para as pessoas. Está muito ruim viver em sociedade”, disse.
O advogado Octávio Augusto de Souza Azevedo conta uma história que não parece real. “Eu estava dirigindo na Avenida Norte-Sul na pista do meio. Um motorista que vinha pela pista da direita simplesmente jogou o carro para cima do meu, cortou a minha frente e foi para a pista da esquerda. Sem dar seta. Duzentos metros depois, ele fez a mesma coisa, mas no sentido inverso, para voltar para a pista da direita. Reclamei com ele quando os carros pararam no semáforo e o cara disse que nas duas vezes não tinha me visto. Ele nem sabia que tinha me fechado e quase causado um acidente.”
A cena é comum no trânsito. Segunda-feira, começo da noite. Um motorista dirige com calma pela Avenida Mackenzie, perto do Shopping Iguatemi. Pela pista da esquerda, ele passa alguns carros que trafegam mais lentos e observa, com atenção, os movimentos de um motorista que parece inseguro ao volante um pouco adiante. Prevendo problemas, ele reduz a velocidade antes de emparelhar. Em segundos, o motorista da direita entra, de uma vez, sem sinalizar, na pista da esquerda para fazer o retorno perto da saída do shopping. Aparentemente, ele sequer percebeu o que aconteceu. Por poucos centímetros, não houve um acidente.
Políticos
Para especialistas, o comportamento de nossos políticos não foge à regra e acaba fortalecendo a crise de falta de ética e educação verificada nos dias de hoje. Corrupção, uso indevido das máquinas públicas, atos em benefício próprio, baixo índice de fidelidade com partidos e ideologias, e falta de transparência em atos e contas públicas são alguns dos fatores apontados como preocupantes.
“Os políticos dão péssimos exemplos de falta de educação, de falta de ética, ao tratar com a coisa pública com pensamento voltado a eles mesmos. Isso interfere diretamente nas ações das pessoas e em suas relações em sociedade”, disse Jabor.
“A força bruta, a lei de conseguir as coisas usando o cotovelo funciona em todos os níveis da sociedade. Desde as classes menos favorecidas até as mais abastadas, passando pelos políticos. São péssimos exemplos”, afirmou Romano.
Antes de ser eleito pela primeira vez, em 2001, o presidente Lula era um crítico contumaz de programas que chamava de assistencialistas, como o Bolsa Família. Segundo ele, ações assim seriam “uma praga social”.
Naquela época, Lula era o principal nome da oposição. Hoje, do outro lado da trincheira, o presidente defende o Bolsa Família, um de seus propulsores eleitorais, e parece ter esquecido do que sentia, pensava e queria antes de ser presidente.
Assim, Lula adota a “lei de Gérson” em benefício próprio. Procura tirar vantagem pessoal da situação, independentemente daquilo que ache. Ou de como seja, de fato, a realidade abordada. E sem pensar nas pessoas e no elas vão achar. Afinal, nem todo mundo se importa.
“Tem gente que se acostumou a ser atendida com falta de atenção e até de educação em lugares como padarias e restaurantes. As pessoas acabam se acostumando com isso, o que mostra a gravidade do problema.”
Edgar Castro
Funcionário público
“O Brasil precisa de uma forte ação de educação, mas não só educar nas escolas. Precisamos pensar em educar as pessoas para melhorarmos as relações nas ruas.”
Octávio Augusto de Souza Azevedo
Advogado
“Nós temos uma grande massa de pessoas nas periferias sem escola, sem emprego, sem assistência. Mas o problema da falta de educação não está restrito a esse pessoal.”
Roberto Romano
Professor da Unicamp
‘A ideia de coletividade é muito rala’
Para o cineasta e cronista Arnaldo Jabor, o problema da falta de educação atinge toda a sociedade brasileira. “O perfil do brasileiro é de personalismo e individualismo. As pessoas acham que podem sujar as ruas, passar na frente dos outros, dirigir mais depressa que todo mundo. A ideia de coletividade é muito rala”, disse.
Para Jabor, a consciência do outro, do próximo, é muito rara no País. Não há uma identificação com o interesse público. “Educação e investimento econômico, juntos, podem ajudar a transformar essa realidade. Mas é um trabalho difícil”, afirmou. “No Brasil, há uma brutalidade e uma violência que são evidentes. Há também uma competição suja e desleal entre as pessoas que não se justifica e acaba gerando violência e mais desrespeito.”
Para ele, o contexto político não pode ser ignorado quando se fala de desrespeito e falta de ética. “Os péssimos exemplos que muitos de nossos políticos dão acabam influenciando as pessoas de forma negativa em toda a sociedade”. (GB/AAN)
‘Nossa classe média não tem senso de respeito aos outros’
“A classe média brasileira é uma das mais desqualificadas do mundo em termos de respeito e regras. Por ter um carro BMW, o sujeito acha que tem o direito de andar a 180 km/h na estrada. Por estar pagando o restaurante, a pessoa pensa que pode tratar com rispidez e grosseria o garçom, ou falar alto sem se incomodar com a possibilidade de atrapalhar outras pessoas.”
A opinião acima é do professor da Unicamp Roberto Romano. Para ele, os códigos de ética estabelecidos em uma sociedade são fundamentais para uma vivência estável dentro dela. Tão essenciais quanto as leis vigentes.
“Reverter isso é muito difícil. É preciso um conjunto de ações simultâneas. Em primeiro lugar, a educação e a propagação dos valores dos códigos de ética e boas maneiras. Além disso, é preciso reprimir os comportamentos indesejados e impedir que haja condescendência.” As pessoas que vivem nas grandes cidades, como Campinas, diz Romano, acham que agir com grosseria com um outro cidadão não acarretará problemas porque dificilmente as pessoas vão se encontrar novamente.
“Quando o sinal fica amarelo para alertar o motorista que ele deve parar, o brasileiro tende a acelerar para aproveitar o restinho de tempo que tem para passar antes de quem cruza o seu caminho. Ou seja, ele pisa fundo para levar vantagem.”
“Nossa classe média é moralista e hipócrita e não tem senso de respeito aos direitos dos outros.” (GB/AAN)
PONTO
DE VISTA
Maus e bons exemplos
Era para ser um final de semana como outro qualquer. Mas uma história de falta de respeito e educação quase colocou tudo a perder. No final de tarde de domingo, levei meu filho ao cinema em um dos shoppings de Campinas para ver Os Mosconautas. Após o filme, como de costume, fomos comer um lanche numa unidade de uma rede de fast-food bastante conhecida. Havia seis ou sete pessoas em cada uma das filas nos caixas em operação. Sem pressa, sem compromisso, resolvi encarar a demora para cumprir a promessa feita antes do filme. Me posicionei, então, em último lugar, à espera da minha vez, como normalmente se faz. Para dar agilidade ao atendimento, uma funcionária me abordou e anotou o pedido. Seria, depois, só entregar a ficha ao caixa, pagar e esperar pelos lanches. Foi então que algo desagradável aconteceu. Um casal entrou na minha frente na fila, sem qualquer consulta, e, já me dando as costas, chamou pela funcionária do pré-atendimento para fazer seu pedido. Perplexo, me sentindo desrespeitado, e ao mesmo tempo preocupado em não expor uma criança de 9 anos a uma situação de violência, decide questionar o comportamento e cutuquei, suavemente, as costas da moça. “Oi, nós estamos na fila”, disse, gentilmente, para a jovem mulher. A resposta da pessoa foi agressiva e intempestiva. Descontrolada, a garota, do alto de seus vinte e poucos anos, se sentiu ofendida e começou a berrar. “O quê? Você tá maluco? A gente está aqui faz um tempão. Fica na sua.” Precisei de muita calma para dar por encerrada a questão e não retrucar. Tinha, como pai, o exemplo a dar a meu filho. E, mais importante, ele esperava pela nossa vez para comprar lanches e batatas fritas.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Torta de palmito com brocolis.

Ingredientes:
200 g de massa folhada
2 xícaras (chá) de brócolis congelado
1 xícara (chá) de leite
2 ovos
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
100 g de queijo cottage
1 xícara (chá) de queijo parmesão ralado
400 g de palmito em conserva cortado em rodelas
sal e noz-moscada a gosto
Modo de Preparo:
Em uma panela, cozinhe o brócolis em 2 litros de água fervente e um pouco de sal, até ficar al dente. Retire do fogo, escorra a água e reserve. Ligue o forno à temperatura média. Bata no liquidificador o leite, os ovos, a farinha de trigo, o queijo cottage, metade do queijo parmesão, o sal e a noz-moscada, até obter uma mistura bem homogênea. Despeje a mistura em uma tigela, junte o palmito e o brócolis e misture com uma colher. Reserve. Em uma superfície lisa, abra a massa em um círculo de 30 cm de diâmetro. Forre o fundo e as laterais de uma fôrma redonda de 20 cm de diâmetro. Com um garfo, faça furos no centro e nas laterais da massa e leve ao forno por 10 minutos. Retire do forno, despeje a mistura sobre a massa assada e polvilhe o queijo parmesão restante. Leve ao forno novamente por 40 minutos, ou até dourar. Retire do forno e sirva em seguida.
Sempre gostei de uma faxininha.
Uma faxina a dois pode ser muito mais produtiva do que simplesmente deixar a casa brilhando. Um estudo norte-americano publicado no Journal of Family Issues revela que casais que cuidam da casa juntos praticam mais sexo do que aqueles que fogem das atividades domésticas.
Segundo os pesquisadores, as horas gastas lavando pratos e varrendo a casa são proporcionais à frequência de relações sexuais. A pesquisa foi realizada com mais de 6.800 casais que responderam perguntas sobre idade, duração do casamento, educação e renda. Ao fim do estudo, identificou-se que as mulheres passam 42 horas semanais cuidando da casa. Já os maridos dedicam 23 horas por semana. Da mesma forma, os homens passam 34 horas trabalhando fora enquanto as mulheres gastam uma média semanal de 20 horas.
Segundo os pesquisadores, o que influencia na frequência em que as relações sexuais ocorrem é o padrão de comportamento desses casais, que aponta maior sinergia e parceria. Além disso, os pesquisadores também perceberam que homens e mulheres que passam mais tempo no trabalho também tem mais relações sexuais, possivelmente por serem mais ativos.
HHHHUUUUUUMMMMMMMMMMMMMMMM.
Segundo os pesquisadores, as horas gastas lavando pratos e varrendo a casa são proporcionais à frequência de relações sexuais. A pesquisa foi realizada com mais de 6.800 casais que responderam perguntas sobre idade, duração do casamento, educação e renda. Ao fim do estudo, identificou-se que as mulheres passam 42 horas semanais cuidando da casa. Já os maridos dedicam 23 horas por semana. Da mesma forma, os homens passam 34 horas trabalhando fora enquanto as mulheres gastam uma média semanal de 20 horas.
Segundo os pesquisadores, o que influencia na frequência em que as relações sexuais ocorrem é o padrão de comportamento desses casais, que aponta maior sinergia e parceria. Além disso, os pesquisadores também perceberam que homens e mulheres que passam mais tempo no trabalho também tem mais relações sexuais, possivelmente por serem mais ativos.
HHHHUUUUUUMMMMMMMMMMMMMMMM.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
2012
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Desafios...!!
Button comentou sua transferência após sete anos nas equipes de Brackley. "É sempre uma decisão difícil largar uma equipe quando você esteve lá por tanto tempo. Mas a vida é feita de desafios — e, sobretudo, de se desafiar. Então, embora eu tenha conquistado o título com a Brawn neste ano — e nunca vou esquecer isso —, sempre fui inflexível quanto a continuar a me proporcionar novos desafios", disse.
Dedo no olhos deles.
Dedo no olhos deles.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
"E não é que elas cairam mesmo?".
Um tiozinho de Taiwan conseguiu enganar e levar para cama mais de 20 mulheres, dizendo ter uma doença raríssima e pouco conhecida nos anais da medicina.
Hsu Shian-Ming fez um perfil em um site de relacionamentos e usou fotos de um jovem, bonitão, para passar cantada na mulherada.
Assim que elas caíam no golpe da foto falsa e davam o telefone, vinha a segunda parte de seu plano. Ele ligava para as mulheres e, no papel do filho gostosão, dizia que seu pai sofria de uma doença rara e que precisava de sexo constante para se manter vivo.
O pai, evidentemente, era ele mesmo, que marcava seus encontros em hotéis de Taipei.
A palhaçada veio por água abaixo assim que uma das suas vítimas começou a achar estranho o fato de nunca conseguir ver o tal do filho.
Dedo no olhos delas.
Hsu Shian-Ming fez um perfil em um site de relacionamentos e usou fotos de um jovem, bonitão, para passar cantada na mulherada.
Assim que elas caíam no golpe da foto falsa e davam o telefone, vinha a segunda parte de seu plano. Ele ligava para as mulheres e, no papel do filho gostosão, dizia que seu pai sofria de uma doença rara e que precisava de sexo constante para se manter vivo.
O pai, evidentemente, era ele mesmo, que marcava seus encontros em hotéis de Taipei.
A palhaçada veio por água abaixo assim que uma das suas vítimas começou a achar estranho o fato de nunca conseguir ver o tal do filho.
Dedo no olhos delas.
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